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Local de encontro: Cine Belas Artes (Rua da Consolação, prox Av Paulista)

Horário: 11:30

Contato: Well 8401-5331



Escrito por WELL às 00:14
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recebi um ocnvite muito fofo da Edith... vamos comparecer

AJUDEM A DIVULGAR
 
No dia 16 de junho (uma sexta-feira), a escritora Edith Modesto lança
o livro "Vidas em arco-íris – Depoimentos sobre a homossexualidade",
na Livraria Cultura (do Conjunto Nacional), que fica na Av. Paulista,
2073 - São Paulo/SP - Brasil. O evento começa às 19h, um dia antes da
maior Parada Gay do Mundo. O livro, que está saindo pela editora
Record, é um relatório muito bem escrito a partir de 89 entrevistas
com homossexuais de 14 a 62 anos, homens e mulheres, a maioria gravada
ao vivo. Algo que nunca foi feito em nosso país. Ela quer reformular o
conceito de homossexualidade para os próprios homossexuais e,
principalmente, para os heterossexuais.

Edith, que tem um filho homossexual assumido, também é fundadora e
coordenadora do Primeiro Grupo de Pais de Homossexuais do Brasil. Um
trabalho sério, que começou em 1999, e hoje conta com 54 pais. Essa
ONG é o local certo para que os pais e mães de homossexuais possam
trocar informações e experiências sobre seus filhos e solidarizarem-se
mutuamente durante o processo de aceitação.


Escrito por WELL às 00:06
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Dia 18 tem DAY GAY no Hopi Hari

Mais uma vez o HOPI HARY vai cediar o Gay Day, que esse ano acontece no dia 17.06 um dia após a Parada do Orgulgo GLBT de São Paulo.

O evento promete ser o melhor dos últimos anos e são esperados mais de 18.000 visitantes no parque. A espectativa é tamanha que até camisetas especias para o dia foram confeccionadas por um estilista para que a data seja inesquecível, os kits custam de R$34,00 (somente o ingresso) à R$65,00 (ingresso, transporte e camisa)

 

 CONTAMOS COM VOCÊ!!!!!!!!



Escrito por WELL às 23:09
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O Site do E-Jovem também está atualizado...

Difícil orgulho

Não se escolhe ser gay, mas assumir ser gay é uma opção, uma vida de lutas, onde temos derrotas e vitórias, uma vida de contradições, rejeições, aceitações.

Para o gay, é realmente difícil viver num mundo preconceituoso, em que seus próprios pais se sentem desapontados ao receber “a grande notícia”, e a partir daí, vêm muitos caminhos, como o da rejeição direta, o da aceitação parcial, e o dos sortudos que ganharam na mega-sena, que seria quando há uma aceitação total.

E aí se perguntam, “como ter orgulho de ser gay nessas condições?” Um mistério para alguns, óbvio para outros, na realidade a resposta é muito simples: viver sua sexualidade é uma opção, se essa foi a opção escolhida por você, por que não sentir orgulho da mesma?

Muitos discordarão, vão dizer que não é uma opção ser gay ou hetero, que você nasce com isso, mas sinto dizer, que ainda não temos como provar isso, não que seu pobre redator não pense assim também, quem me dera, poder provar aos meus pais com um documento médico, que eu sou gay, mas não podemos. Mas não é nesse assunto que eu to mexendo. A pessoa, por mais que nasça gay, pode nunca se assumir. Assumir-se gay é sim uma opção. E isso dentro de casa, por exemplo, é complicado...

GOSTOU??? ENTÃO ACESSE O SITE DO E-JOVEM E LEIA ESSA MATERIA COMPLETA E MUITAS OUTRAS

www.e-jovem.com



Escrito por WELL às 22:48
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Atualizando o Blog com um texto de Allan Johan

Aceitação ou Marketing?

por Allan Johan ( www.revistaladoa.com.br )

É impossível não observar que gays e lésbicas entraram mais nos espaços midiáticos nos últimos anos, que a discussão pelos direitos de gays, lésbicas e trangêneros está envolvendo cada vez mais pessoas e segmentos.
Enfim, que o gay está mais presente e visível em nossa sociedade, com direito a filmes, programas e propagandas de televisão, colunas em jornais... Mas as conquistas reais, como estão?

Quando você fala no gay, hoje em dia, são poucas as vezes que as pessoas  lembram dos estigmas dos tempos de aids, da promiscuidade, ou outros estereótipos construídos nas últimas décadas. Claro, o preconceito negativo ainda existe, e muito. Mas nos meios acadêmicos e entre pessoas esclarecidas, o gay é o melhor consumidor, aquele de gosto refinado, sem filhos, que compra coisas de qualidade e não se importa com preços.

Tão distante de ser verdade quanto o gay afeminado representando o mundo  gay, o gay classe A é apenas uma parcela desta comunidade. A desconstrução do estereótipo anterior leva a um novo modelo, baseado na ilusão de que um grupo pode ser classificado por alguns indivíduos ou generalizado segundo um  preconceito.

Os fatos de que gays não têm, na maioria das vezes, filhos e que têm mais liberdade em seu orçamento podem ser contestados. Já que muitos gays brasileiros são casados e outros enfrentam um mercado de trabalho que não os  trata, muitas vezes, com igualdade. Fora isso, em um país em desenvolvimento como o Brasil, é impossível acreditar no modelo de que o gay é mais bem sucedido e emerge socialmente pelo fato de ser gay.

O que hoje se constrói com a imagem do homossexual é mais uma vez um estereótipo importado das nações ricas, onde gays vivem com estabilidade econômica, com direitos trabalhistas, com menos violência e podem ser  considerados membros de uma comunidade privilegiada.

Mas aceitar tal colocação é buscar a aceitação do gay por meio econômico. Ou seja, é querer que aceitem as diferenças em razão de um poder de compra, um  respeito comprado. O que seria injusto com aqueles que não correspondem a essa falsa imagem. É como a aceitação do negro ou do judeu rico em nossa sociedade, o aceitam por ser rico e não pelo que realmente se é. É a hipocrisia na forma de um carteirinha social.

No fundo, empresas que anunciam para os gays não estão preocupadas com a causa social, não obstante o governo patrocina organizações não governamentais para prestar assistência à comunidade mas não indica  disposição para aprovar leis a favor de gays, lésbicas e transexuais.

A diminuição do preconceito, a maior exposição do gay, uma imagem "melhor" (porém não real) na sociedade são acontecimentos que não podem ser  descartados, agora, a ausência de conquistas nos campos do direito, na família e em outras instituições da sociedade, levam a acreditar que assim como no filme Brokeback Mountain ou nas novelas globais, o gay pode  participar (agora como consumidor modelo) mas sempre lhe será negado o final feliz.

 



Escrito por WELL às 22:43
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